Livro Digital
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Atividades Diagnósticas
Enfeites de Bem Vindos
A prática da leitura aprimora
o raciocínio lógico, a criatividade e a percepção da realidade. Por isso,
faz-se necessário a leitura em sala de aula e para estes momentos tão especiais
preparamos um lindo gatinho de porta, para garantir que o momento seja
preservado de eventuais interrupções.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Calendário 2013
Boa tarde amigos e amigas, estaremos postando algumas ideias pra iniciar o ano letivo em grande estilo. Nós já começamos nossos trabalhos, apesar das férias, mas o Educador não pára nunca de vasculhar ideias legais. Aí está o Calendário 2013, esperamos que aproveitem assim como nós!
Iniciando o ano Letivo 2013
Nada melhor que começar o ano letivo com um pequeno resumo da História do nosso Município, essa é uma forma simples para conhecer não só a história da nossa cidade, como também conhecermos nossos alunos. Essa primeira atividade se tornou o ponto de partida a alguns anos, realizada por mim e por minha amiga Marlise Crotti.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Queridos
amigos,
estávamos pensando em escrever algumas dicas para vocês quando encontramos esse belo texto escrito por Roselake Leiros para Revista Você RH.
Façam dessas as nossas palavras.
estávamos pensando em escrever algumas dicas para vocês quando encontramos esse belo texto escrito por Roselake Leiros para Revista Você RH.
Façam dessas as nossas palavras.
Mais um ano está chegando ao fim e em
poucos dias 2013 virá. Nesse período, é comum homens e mulheres fazerem
promessas, planejarem atividades, estipularem metas e objetivos. No entanto, os
dias passam e algumas vezes todo o roteiro criado não é cumprido ou os
resultados são atingidos pela metade.
Para que isso não aconteça,
existem algumas formas de se planejar o novo ano de forma positiva. Confira as
11 dicas seguintes:
1- Tenha auto responsabilidade – Antes de tudo, é necessário parar de
responsabilizar o mundo (seu chefe, a empresa, a falta de dinheiro) pela não
realização do objetivo assumido, frustração ou insucesso. Quando a
responsabilidade é assumida você toma o seu poder de transformar e planejar uma
melhor estratégia com mais confiança.
2- Formule seu objetivo no positivo – Não diga “Não quero mais sofrer por
amor” por exemplo e sim
“Quero ser feliz ou quero encontrar um grande amor”. Diga o que quer e não o que não quer. De modo geral
as pessoas só sabem ou só falam do que não querem. Pensamentos, falas e ações
criam realidade, portanto se você estiver pensando e falando sobre o que não
quer é isso que você estará criando.
3- Sustente seu objetivo – Trace objetivos que vão depender de
você para a realização. “Quero que meu namorado me ame”, por exemplo, não seria sustentado por você e sim por
ele. Só formule objetivos sobre os quais é possível agir. O objetivo
não é “quero que meu chefe me dê aumento”,
mas sim, “farei o que for necessário para obter uma promoção”.
4- Pense positivo sempre – Às vezes os medos nos invadem, eles
são frutos de experiências dolorosas do passado que estamos revivendo a cada
dia como se fossem se repetir. Deixe-os no seu tempo, mas reconheça-os,
admita-os, avalie-os e faça aprendizados positivos dessas experiências para
viver o agora plenamente.
Sempre foque em coisas boas, jamais na tragédia, na dor, no desânimo, na preguiça. Quem foca em coisas ruins, atrai o mesmo para a própria vida. Pensamentos, sentimentos, falas e ações precisam estar alinhados para que as coisas fluam, e você realize. Felicidade constrói felicidade, portanto esteja feliz desde já, como se já estivesse realizado o que você quer.
Sempre foque em coisas boas, jamais na tragédia, na dor, no desânimo, na preguiça. Quem foca em coisas ruins, atrai o mesmo para a própria vida. Pensamentos, sentimentos, falas e ações precisam estar alinhados para que as coisas fluam, e você realize. Felicidade constrói felicidade, portanto esteja feliz desde já, como se já estivesse realizado o que você quer.
5- Sonhe –
Nunca deixe de sonhar, tudo começa com um bom sonho, sonhe ilimitadamente.
Depois traga os sonhos para a realidade e verifique o que você pode fazer para
alcançá-lo. Planeje e vá para a ação, realize e comemore.
6- Contemple todas as áreas da sua vida - Quando focamos excessivamente em uma
área, tiramos energia de outra e causamos desarmonia ao todo. Portanto, tenha
equilíbrio e estabeleça objetivos para a área familiar, afetiva, profissional,
financeira, social e o que mais achar conveniente. Assim seu crescimento será
integral, o que trará fluidez para sua vida.
7- Avalie o contexto geral – Pergunte-se: É isso o que eu quero? A
realização do meu objetivo afetará negativamente alguém, algo ou algum contexto
da minha vida? Avalie antecipadamente o impacto do que você quer e só depois
decida o que fazer. Caso haja conflito interno, avalie e busque uma negociação
consigo mesmo e, se ainda assim o desconforto persistir, reformule seu objetivo
para evitar a auto-sabotagem.
8- Faça uma lista – Escreva e faça um painel representativo
com frases e figuras de todos os seus sonhos e objetivos. Você também pode
criar quadros mentais das suas realizações e se conectar a eles a qualquer
momento. Fale bastante sobre os sonhos, pois os mesmos precisam ser alimentados
para se concretizarem. Essas atitudes abrem caminhos neurais que auxiliam na
conquista dos objetivos, tornando-os mais palpáveis.
9- Use todos os sentidos para realizar – Imagine-se na situação já realizada,
vendo, ouvindo e sentindo tudo o que acontecerá no momento da sua
concretização. Viva isso como se já tivesse chegado lá. Para conquistar os seus
objetivos, seus sentidos precisam experimentar a situação desejada para ter a
referência de onde você quer chegar.
10- Ouça sua voz interior - Busque sempre ouvir o seu próprio “eu”. Quando você tem convicção do que quer e sabe que isto
realmente é bom, os comentários divergentes não abalarão a sua caminhada na
direção de seu objetivo.
11- Comemore a realização – A alegria e a gratidão são emoções que
validam profundamente o esforço da trajetória e nos motivam para novas e
maiores realizações. Celebre e lembre-se: você tem o poder sobre tudo na sua
vida. Seja livre, seja você e crie sua própria realidade.
Desejo à todos muitas
realizações.
Marlize e Sílvia
Para muitos as férias escolares de fim de ano já começaram!
E para você aproveitar as férias pra valer ai vai algumas dicas super legais!
Coisas que não podem faltar nas suas férias de jeito nenhum.
1 – Mecha-se não fique sentado no sofá sem fazer nada as
férias vão passar e você vai perder toda a diversão!
2 – Aprenda um esporte radical peça para um amigo te ensinar
a andar de skate patins e até mesmo aprenda a fazer umas manobras com
bicicleta!
3 – Pratique um esporte. Você pode formar um time no seu
bairro para jogar vôlei, basquete, queimada o importante é se divertir.
4 – Curta sua família. Passe um tempo com sua família vendo
um filme legal com direito a pipoca ou de uma volta no parque ou no shopping.
Passar um tempo com a família é muito divertido.
5 – Viaje! Vá para outra cidade pode ser na praia ou
interior se não puder viajar durma na casa se um amigo o importante é mudar os
ares.
6 – leia um livro! Aproveite que as férias de fim de ano são
maiores para ler aquele livro bem legal.
7 - Dance!!! Se não puder ir a uma balada ou festinha
aumente o som na sua casa e dance na frente do espelho e cante aquela musica
que você adora e se divirta!!!
8 – Se você é bom com trabalhos manuais faça algum
projeto: um desenho , pintura, poema uma história legal mais se você não manja
nada pode tentar aprender com alguém que saiba, sempre é bom experimentar
coisas novas você pode até aprender a tocar um instrumento.
9 - Corra na chuva, pule na piscina, tome aquele
sorvete delicioso se o calor estiver de matar.
10 – É sempre bom se pintar um romance. Fique de olho.
O garoto ou garota certa podem estar perto.
11 – Invente um lanche diferente aprenda a cozinhar uma
coisa bem fácil e rápida você pode pedir para sua mãe te ensinar.
12 – Renove o guarda roupa se puder compre roupas acessórios
novos, de uma repaginada se quiser mude o visual corte o cabelo e fique linda.
13 – Vá a um parque de diversões ande em todos os brinquedos
que te dão mais medo seja corajosa!
14 – Jogue vídeo game! Se nunca jogou experimente.
15 – escreva uma carta a moda antiga com papel e
caneta se não tiver para quem mandar mande para seu vizinho, quando ele te
responder você verá como é legal receber uma carta!
Poderia continuar escrevendo milhões de dicas
legais o dia inteiro mais acho que a essa altura você já pegou o espírito!
Vamos lá divirtam-se e tornem estas férias a melhore de todas.
http://www.princesasonline.com.br/2009/12/08/15-dicas-super-legais-para-curtir-as-ferias/
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Dezessete dicas de simpatias para o final de ano.
No último dia do ano, tome um banho de ervas para deixar pra
trás as energias negativas e começar o ano zerada. Em água quente, coloque
folhas de arruda, alecrim, manjericão, malva-rosa, malva-branca, manjerona e
vassourinha para fazer o banho. Deixe alguns minutos, espere esfriar e jogue na
sua cabeça. Quem já tomou jura que dá certo.
2. Para a noite de reveillon é indispensável roupas novas,
mas não é tão obrigatório assim, o importante é alguma coisa nova; como uma
lingerie, por exemplo. Calcinhas e cuecas novas para você e seu amor terem
sorte no amor. Fazendo isso, é garantia de deixar para trás os mal-entendidos e
garantia de um bom futuro para quem está começando o namoro, ou um casamento
3. Para continuar firme e forte com seu amor, no último dia do
ano pegue um fio de cabelo seu e do seu amado e guarde-os juntos num saquinho
branco durante o ano todo.
4. O branco é a soma de todas as cores, ela é ótima para
usar no reveillon e ter um ano novo com muita luz.
5. Para atrair dinheiro e sorte no próximo ano use uma peça qualquer de roupa na cor amarela. Para viver bem a dois no amor ou encontrar alguém especial use a cor rosa. O vermelho é pra quem quer viver intensamente no amor. Roupa na cor verde pra quem precisa ter mais saúde no próximo ano ou se recuperar de uma doença. O preto traz proteção. O azul marinho determinação, liderança. O laranja dinamismo, felicidade. Pode se fazer também uma combinação das cores, de acordo com o que se precisa alcançar no próximo ano.
6. Para subir na vida, suba também um degrau com o pé
direito na hora da virada; pode ser uma escada, uma cadeira ou uma calçada.
7. Guarde uma nota (vale qualquer valor) dentro do sapato na
noite de reveillon, isso garante atrair riqueza. Não vale gastar o dinheiro
nessa noite.
8. Dê varios pulinhos com o pé direito à meia-noite para
atrair coisas boas para sua vida. Pule também com a taça de champanhe na mão
sem deixar derramar. Alguns ainda jogam o champanhe para trás, de uma vez só,
sem olhar para deixar tudo de ruim pra trás. Vida nova. Só não vale acertar as
outras pessoas.
9. Logo após contagem regressiva e os fogos, coma doze uvas
grandes ou romãs e guarde os caroços com você. Comer lentilha e milho também dá
certo e garante sorte.
10. Para ter um ano doce, coma suspiros, merengue,
chocolates logo após à meia-noite.
11.Comer uma salada com sete frutas diferente trás fartura.
12. Após a virada do ano, beije alguém do sexo oposto ou
aquela pessoa especial da sua vida para garantir o amor no próximo ano ou
manter o que se tem.
13. Para atrair dinheiro, coloque seis moedinhas embaixo do
tapete da porta de entrada de casa. Durante o ano verifique sempre se elas
continuam lá, se alguma sumir, reponha. Jogar as moedas fora de casa quando der
meia-noite também chama riqueza para a casa.
14. Na hora da virada faça barulho. Isso afasta os maus
espíritos. Apite, grite, batuque, panelas; mas só vale exatamente à meia noite.
15. Se a comemoração do ano novo for na praia, ótimo: pule
as sete ondinhas e faça sete pedidos; uma para cada ondinha. Renova as energias
e trás sorte para realização dos desejos.
16. Use roupas confortáveis na passagem do ano, para passar
assim um ano novo: confortável. Nada de roupas apertadas!
17. Na noite do dia 1º de janeiro, use peças da cama novas
para deixar para trás os problemas do ano que passou.
Fonte: http://www.paiogun.com/simpatias_2013.htm
O que você quer atrair para o próximo ano? Conheça o significado das cores
Saiba que as cores podem auxiliar naquilo que você mais
deseja para o próximo ano.
“É interessante misturar os looks com acessórios dourados que trazem o glamour e remetem à riqueza”, aconselhaou a consultora à reportagem do Engeplus Para quem acredita na superstição, fique ligado nos significados das cores.
Vermelho – paixão, poder, calor
Amarelo – energia, riqueza
Azul – sabedoria, conhecimento, tranquilidade
Verde – calmaria, paz, limpeza
Laranja – esperança, renovação
Roxo – espiritualidade
Rosa - amor, romantismo
Preto – neutro
Marrom – sabedoria mais profunda, entendimento
Branco – paz
Bege – sabedoria, sofisticação
Amarelo – energia, riqueza
Azul – sabedoria, conhecimento, tranquilidade
Verde – calmaria, paz, limpeza
Laranja – esperança, renovação
Roxo – espiritualidade
Rosa - amor, romantismo
Preto – neutro
Marrom – sabedoria mais profunda, entendimento
Branco – paz
Bege – sabedoria, sofisticação
Fonte:http://sulinfoco.com.br/o-que-voce-quer-atrair-para-o-proximo-ano-conheca-o-significado-das-cores#foto
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Textos para 1º, 2º e 3º anos
Por que é
que eu me chamo isso
e não me chamo aquilo?
Por que é que o jacaré
não se chama crocodilo?
Eu não gosto
do meu nome,
não fui eu
quem escolheu.
Eu não sei
porque se metem
com um nome
que é só meu!
O nenê
que vai nascer
vai chamar
como o padrinho,
vai chamar
como o vovô,
mas ninguém
vai perguntar
o que pensa
o coitadinho.
Foi meu pai quem decidiu
que o meu nome fosse aquele.
Isso só seria justo
se eu escolhesse
o nome dele.
Quando eu tiver um filho,
não vou por nome nenhum.
Quando ele for bem grande,
ele que procure um!
(Pedro Bandeira. Cavalgando o arco-íris. São Paulo, Moderna, 1984.)
e não me chamo aquilo?
Por que é que o jacaré
não se chama crocodilo?
Eu não gosto
do meu nome,
não fui eu
quem escolheu.
Eu não sei
porque se metem
com um nome
que é só meu!
O nenê
que vai nascer
vai chamar
como o padrinho,
vai chamar
como o vovô,
mas ninguém
vai perguntar
o que pensa
o coitadinho.
Foi meu pai quem decidiu
que o meu nome fosse aquele.
Isso só seria justo
se eu escolhesse
o nome dele.
Quando eu tiver um filho,
não vou por nome nenhum.
Quando ele for bem grande,
ele que procure um!
(Pedro Bandeira. Cavalgando o arco-íris. São Paulo, Moderna, 1984.)
Não me olhe
de lado
que eu não sou melado.
Não me olhe de banda
que eu não sou quitanda.
Não me olhe de frente
que eu não sou parente.
(...)
Não me olhe no meio
que eu não sou recheio.
Não me olhe na janela
que eu não sou panela.
Não me olhe da porta
que eu não sou torta.
Não me olhe do portão
que eu não sou leitão.
Não me olhe no olho
que eu não sou caolho.
Não me olhe na mão
que eu não sou mamão.
(...)
(Elias José. Namorinho de portão. São Paulo, Moderna, 1986.)
que eu não sou melado.
Não me olhe de banda
que eu não sou quitanda.
Não me olhe de frente
que eu não sou parente.
(...)
Não me olhe no meio
que eu não sou recheio.
Não me olhe na janela
que eu não sou panela.
Não me olhe da porta
que eu não sou torta.
Não me olhe do portão
que eu não sou leitão.
Não me olhe no olho
que eu não sou caolho.
Não me olhe na mão
que eu não sou mamão.
(...)
(Elias José. Namorinho de portão. São Paulo, Moderna, 1986.)
A bruxa tem
um jardim
plantadinho de vassouras.
Quando as vassouras se esticam,
amarelam bem maduras,
elas se largam no chão
e voam pela noite escura.
Varre, varre, vassourinha
varre o preto e mostra a lua,
varre a noite, limpa a estrela
poesia ninguém segura.
(Sylvia Orthof. A poesia é uma pulga. São Paulo, Atual, 1992.)
plantadinho de vassouras.
Quando as vassouras se esticam,
amarelam bem maduras,
elas se largam no chão
e voam pela noite escura.
Varre, varre, vassourinha
varre o preto e mostra a lua,
varre a noite, limpa a estrela
poesia ninguém segura.
(Sylvia Orthof. A poesia é uma pulga. São Paulo, Atual, 1992.)
De repente o
sol raiou
E o galo cocoricou:
_ Cristo nasceu!
O boi, no campo perdido
Soltou um longo mugido:
_ Aonde, aonde?
Com seu balido tremido
Ligeiro diz o cordeiro:
_ Em Belém! Em Belém!
Eis senão quando, num zurro
Se ouve a risada do burro:
_ Foi sim que eu estava lá!
(Vinícius de Moraes. A arca de Noé. Rio de Janeiro, Sabiá, 1970.)
E o galo cocoricou:
_ Cristo nasceu!
O boi, no campo perdido
Soltou um longo mugido:
_ Aonde, aonde?
Com seu balido tremido
Ligeiro diz o cordeiro:
_ Em Belém! Em Belém!
Eis senão quando, num zurro
Se ouve a risada do burro:
_ Foi sim que eu estava lá!
(Vinícius de Moraes. A arca de Noé. Rio de Janeiro, Sabiá, 1970.)
Uma estrela
dorminhoca
dorme e ronca a noite inteira.
Que estrela de doideira,
que estrela preguiçosa!
Todas, todas as estrelas
dormem só durante o dia.
De noite, elas acordam,
sacodem as cabeleiras
feitas só de diamantes.
Mas a tal da dormideira
ronca, ronca numa nuvem
debaixo do seu lençol.
Acorda de madrugada,
esfrega os olhos, rosada,
dormiu a noite inteirinha.
Depois fica amarelada,
levanta, toda assanhada,
dourada Estrela Sol!
(Sylvia Orthof. A poesia é uma pulga. São Paulo, Atual, 1992.)
dorme e ronca a noite inteira.
Que estrela de doideira,
que estrela preguiçosa!
Todas, todas as estrelas
dormem só durante o dia.
De noite, elas acordam,
sacodem as cabeleiras
feitas só de diamantes.
Mas a tal da dormideira
ronca, ronca numa nuvem
debaixo do seu lençol.
Acorda de madrugada,
esfrega os olhos, rosada,
dormiu a noite inteirinha.
Depois fica amarelada,
levanta, toda assanhada,
dourada Estrela Sol!
(Sylvia Orthof. A poesia é uma pulga. São Paulo, Atual, 1992.)
Bão-la-la-lão,
senhor capitão,
espada na cinta,
sorvete na mão.
Bão-la-la-lente,
senhor tenente,
a tropa na frente
e a moça na mente.
Bão-la-la-lim,
senhor Serafim,
dinheiro no bolso,
nem liga pra mim.
Bão-la-la-lom,
senhor garçom,
serve pra gente
bala e bombom.
Bão-la-la-lum,
senhor Viramum,
o pé na estrada
sem rumo nenhum.
(Elias José. Namorinho de portão. São Paulo, Moderna, 1986.)
senhor capitão,
espada na cinta,
sorvete na mão.
Bão-la-la-lente,
senhor tenente,
a tropa na frente
e a moça na mente.
Bão-la-la-lim,
senhor Serafim,
dinheiro no bolso,
nem liga pra mim.
Bão-la-la-lom,
senhor garçom,
serve pra gente
bala e bombom.
Bão-la-la-lum,
senhor Viramum,
o pé na estrada
sem rumo nenhum.
(Elias José. Namorinho de portão. São Paulo, Moderna, 1986.)
_Menina
faceira
de laço de fita
não vás tão bonita
sozinha ao jardim.
Se pensar Beija-Flor
que teu laço é flor,
pelos ares levará
um anel dos teus cabelos.
_Mamãe, não tenha cuidado,
eu sei dar laço bem dado.
_Menina trigueira
de faces vermelhas
no jardim sem teu irmão
não fiques, não.
Se Beija-Flor imagina
que teu rosto é flor,
menina, minha menina,
de certo um beijo te dá.
_Quando ele me der um beijo,
nas minhas mãos estará.
(Henriqueta Lisboa. O menino poeta. Porto Alegre, Mercado Aberto, 1985.)
de laço de fita
não vás tão bonita
sozinha ao jardim.
Se pensar Beija-Flor
que teu laço é flor,
pelos ares levará
um anel dos teus cabelos.
_Mamãe, não tenha cuidado,
eu sei dar laço bem dado.
_Menina trigueira
de faces vermelhas
no jardim sem teu irmão
não fiques, não.
Se Beija-Flor imagina
que teu rosto é flor,
menina, minha menina,
de certo um beijo te dá.
_Quando ele me der um beijo,
nas minhas mãos estará.
(Henriqueta Lisboa. O menino poeta. Porto Alegre, Mercado Aberto, 1985.)
Procura-se
algum lugar no planeta
onde a vida seja sempre uma festa
onde o homem não mate
nem bicho nem homem
e deixe em paz
as árvores na floresta.
Procura-se algum lugar no planeta
onde a vida seja sempre uma dança
e mesmo as pessoas mais graves
tenham no rosto um olhar de criança.
(Roseana Murray. Classificados poéticos. Belo Horizonte, Miguilim, 1984.)
onde a vida seja sempre uma festa
onde o homem não mate
nem bicho nem homem
e deixe em paz
as árvores na floresta.
Procura-se algum lugar no planeta
onde a vida seja sempre uma dança
e mesmo as pessoas mais graves
tenham no rosto um olhar de criança.
(Roseana Murray. Classificados poéticos. Belo Horizonte, Miguilim, 1984.)
Vinícius de
Moraes
Lá vai São Francisco
pelo caminho
de pé descalço
tão pobrezinho
dormindo à noite
junto ao moinho
bebendo água
do ribeirinho.
Lá vai São Francisco
de pé no chão
levando nada
no seu surrão
dizendo ao vento
bom dia, amigo
dizendo ao fogo
saúde, irmão.
Lá vai São Francisco
pelo caminho
levando ao colo
Jesuscristinho
fazendo festa
no menininho,
contando histórias
pros passarinhos.
(Henriqueta Lisboa. Poemas para a infancia - antologia escolar. Rio de Janeiro, Ediouro. Coleção Calouro.)
Lá vai São Francisco
pelo caminho
de pé descalço
tão pobrezinho
dormindo à noite
junto ao moinho
bebendo água
do ribeirinho.
Lá vai São Francisco
de pé no chão
levando nada
no seu surrão
dizendo ao vento
bom dia, amigo
dizendo ao fogo
saúde, irmão.
Lá vai São Francisco
pelo caminho
levando ao colo
Jesuscristinho
fazendo festa
no menininho,
contando histórias
pros passarinhos.
(Henriqueta Lisboa. Poemas para a infancia - antologia escolar. Rio de Janeiro, Ediouro. Coleção Calouro.)
O polvo tem
oito braços.
A lua cheia,
dizem as estórias
antigas,
tem mil
braços -
braços de
raios de
luar.
Para que
tantos braços?
São pra
fazer cafuné
nos mil
bichinhos
do mar:
o polvo,
o...
(Luís Camargo. O cata-vento e o ventilador. São Paulo, FTD, 1986.)
A lua cheia,
dizem as estórias
antigas,
tem mil
braços -
braços de
raios de
luar.
Para que
tantos braços?
São pra
fazer cafuné
nos mil
bichinhos
do mar:
o polvo,
o...
(Luís Camargo. O cata-vento e o ventilador. São Paulo, FTD, 1986.)
O menino dos
ff e rr
é o Orfeu Orófilo Ferreira:
Ai com tantos rr, não erres!
(Cecilia Meireles. Ou isto ou aquilo. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1990.)
é o Orfeu Orófilo Ferreira:
Ai com tantos rr, não erres!
(Cecilia Meireles. Ou isto ou aquilo. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1990.)
Coitada da
zebra!
É tão pobrezinha,
só tem uma roupa
a coitadinha!
Dorme de pijama,
pijama de listrinha,
e passa dias inteiros
vestida de pijaminha.
Que tal a gente se juntar
e fazer uma vaquinha
pra comprar pra zebrinha
vestido de bolinha?
(Wania Amarante. Cobras e lagartos. Belo Horizonte, Miguilim, 1983.)
É tão pobrezinha,
só tem uma roupa
a coitadinha!
Dorme de pijama,
pijama de listrinha,
e passa dias inteiros
vestida de pijaminha.
Que tal a gente se juntar
e fazer uma vaquinha
pra comprar pra zebrinha
vestido de bolinha?
(Wania Amarante. Cobras e lagartos. Belo Horizonte, Miguilim, 1983.)
Sempre que o
sol
Pinta de anil
Todo o céu
O girassol
Fica um gentil
Carrossel
O girassol é o carrossel das abelhas.
(Vinícius de Moraes. A arca de Noé. Rio de Janeiro, José Olympio, 1980.)
Pinta de anil
Todo o céu
O girassol
Fica um gentil
Carrossel
O girassol é o carrossel das abelhas.
(Vinícius de Moraes. A arca de Noé. Rio de Janeiro, José Olympio, 1980.)
Por que será
que
numa noite a lua é
tão pequena e fininha
e outra noite ela fica
tão redonda e gordinha
para depois ficar de novo
daquele jeito estreitinha?
Depende do quê?
Depende do dia
que a gente vê.
(Jandira Masur. O frio pode ser quente? São Paulo, Ática, 1985.)
numa noite a lua é
tão pequena e fininha
e outra noite ela fica
tão redonda e gordinha
para depois ficar de novo
daquele jeito estreitinha?
Depende do quê?
Depende do dia
que a gente vê.
(Jandira Masur. O frio pode ser quente? São Paulo, Ática, 1985.)
A lua
aluada
estuda
tabuada.
A lua
luneta
estuda
opereta.
A lua
de mel
estuda
o céu.
A lua
lunática
estuda
gramática.
(Sérgio Caparelli. A jibóia Gabriela. Porto Alegre, L&PM, 1984.)
aluada
estuda
tabuada.
A lua
luneta
estuda
opereta.
A lua
de mel
estuda
o céu.
A lua
lunática
estuda
gramática.
(Sérgio Caparelli. A jibóia Gabriela. Porto Alegre, L&PM, 1984.)
Atirei o pau
no gato,
mas o gato
não morreu,
porque o pau pegou no rato
que eu tentei salvar do gato
e o rato
(que chato!)
foi quem morreu...
(José Paulo Paes. É isso ali. Rio de Janeiro, Salamandra, 1993.)
mas o gato
não morreu,
porque o pau pegou no rato
que eu tentei salvar do gato
e o rato
(que chato!)
foi quem morreu...
(José Paulo Paes. É isso ali. Rio de Janeiro, Salamandra, 1993.)
O grilo
coitado
anda grilado
e eu sei
o que há.
Salta pra aqui,
salta pra ali.
Cri-cri pra cá,
cri-cri pra lá.
O grilo
coitado
anda grilado
e não quer contar.
No fundo
não ilude
é só reparar
em sua atitude
pra se desconfiar.
O grilo
coitado
anda grilado
e quer um analista
e quer um doutor.
Seu grilo,
eu sei:
o seu grilo
é um grilo
de amor.
(Elias José. Um pouco de tudo: de bichos, de gente, de flores. São Paulo, Paulinas, 1982.)
coitado
anda grilado
e eu sei
o que há.
Salta pra aqui,
salta pra ali.
Cri-cri pra cá,
cri-cri pra lá.
O grilo
coitado
anda grilado
e não quer contar.
No fundo
não ilude
é só reparar
em sua atitude
pra se desconfiar.
O grilo
coitado
anda grilado
e quer um analista
e quer um doutor.
Seu grilo,
eu sei:
o seu grilo
é um grilo
de amor.
(Elias José. Um pouco de tudo: de bichos, de gente, de flores. São Paulo, Paulinas, 1982.)
Esta é a
história de uma menina.
Vou contar como ela era.
Seu nome é Rita Magrela,
Além de ser gritadeira,
Rita é muito tagarela.
A tal Rita magricela
Tem o nariz arrebitado,
sardas para todo lado
e o cabelo espetado
amarrado com fita amarela.
Esta Rita magricela,
a atal da cara magrela,
tem uma mania esquisita: vive fazendo birra!
A confusão logo começa já no café com pão:
se a Rita quer geleia e a mãe lhe diz que não, pronto!...
Já abre aquele bocão.
(Flávia Muniz. Rita, não grita. São Paulo, Melhoramentos, 1985.)
Vou contar como ela era.
Seu nome é Rita Magrela,
Além de ser gritadeira,
Rita é muito tagarela.
A tal Rita magricela
Tem o nariz arrebitado,
sardas para todo lado
e o cabelo espetado
amarrado com fita amarela.
Esta Rita magricela,
a atal da cara magrela,
tem uma mania esquisita: vive fazendo birra!
A confusão logo começa já no café com pão:
se a Rita quer geleia e a mãe lhe diz que não, pronto!...
Já abre aquele bocão.
(Flávia Muniz. Rita, não grita. São Paulo, Melhoramentos, 1985.)
A tia
Catarina
cata a linha.
A tia Tereza
bota a mesa.
A tia Ceiçao
amassa o pão.
A tia Leila
espia da janela.
A tia Dora
só namora.
A tia Cema
teima que teima.
A tia Maria
dorme de dia.
A tia Tininha
faz rosquinha.
(...)
A tia Salima
fecha a rima.
(Elias José. Namorinho de portão. São Paulo, Moderna, 1986. Coleção Girassol.)
cata a linha.
A tia Tereza
bota a mesa.
A tia Ceiçao
amassa o pão.
A tia Leila
espia da janela.
A tia Dora
só namora.
A tia Cema
teima que teima.
A tia Maria
dorme de dia.
A tia Tininha
faz rosquinha.
(...)
A tia Salima
fecha a rima.
(Elias José. Namorinho de portão. São Paulo, Moderna, 1986. Coleção Girassol.)
Olha o sapo
dentro do saco,
o saco com o sapo dentro,
o sapo batendo papo
e o papo soltando vento.
(Ciça. O livro do trava-língua. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1986.)
o saco com o sapo dentro,
o sapo batendo papo
e o papo soltando vento.
(Ciça. O livro do trava-língua. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1986.)
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
A roupa do rei
Era uma vez um tão vaidoso de sua pessoa que só faltava
pisar por cima do povo. Certa vez procuram-no uns homens que eram tecelões
maravilhosos e que fariam uma roupa encantada, a mais bonita e rara do mundo,
mas que só podia ser enxergada por quem fosse filho legítimo.
O rei achou muita graça na proposta e encomendou o traje, dando muito dinheiro para sua feitura. Os homens trabalharam dia e noite num tear mágico, cozendo com linha invisível, um pano que ninguém via.
O rei mandava sempre ministros visitarem a oficina e eles voltavam deslumbrados, elogiando a roupa e a perícia dos alfaiates. Finalmente, depois de muito dinheiro gasto, o rei recebeu a tal roupa e marcou uma festa pública para ter o gosto de mostrá-la ao povo.
Os alfaiates compareceram ao palácio, vestindo o rei de ceroulas, e cobriram-no com as peças do tal traje encantado, ricamente bordado mas invisível aos filhos bastardos.
O povo esperou lá fora pela presença do rei e
quando este apareceu todos aplaudiram com muito entusiasmo. Os alfaiates,
aproveitando a festa, desapareceram no meio do mundo.O rei achou muita graça na proposta e encomendou o traje, dando muito dinheiro para sua feitura. Os homens trabalharam dia e noite num tear mágico, cozendo com linha invisível, um pano que ninguém via.
O rei mandava sempre ministros visitarem a oficina e eles voltavam deslumbrados, elogiando a roupa e a perícia dos alfaiates. Finalmente, depois de muito dinheiro gasto, o rei recebeu a tal roupa e marcou uma festa pública para ter o gosto de mostrá-la ao povo.
Os alfaiates compareceram ao palácio, vestindo o rei de ceroulas, e cobriram-no com as peças do tal traje encantado, ricamente bordado mas invisível aos filhos bastardos.
O rei seguiu com o cortejo, mas, atravessando uma das ruas pobres da cidade, um menino gritou:
- O Rei está de ceroulas!
Todo mundo ali presente reparou e viu que realmente o rei
estava apenas de ceroulas. Uma grande e entrondosa vaia foi o que se ouviu. O
rei correu para o palácio morto de vergonha. Desse dia em diante corrigiu-se
seu orgulho. E enquanto durou seu reino foi um rei justo e simples para o seu
povo.
Nota:
Conto da idade média compilado pela primeira vez na Espanha por Dom Juan
Manuel, século XV, em um livro intitulado "Libro de Patronio ou do Conde Lucanor".
Anderson o contista, mais tarde o modifcou e criou sua própria versão da
história.
Nota: Conto popular na Bahia e Maranhão. Trazido pelos escravos africanos. No original africano os personagens eram animais.
A MENINA DOS BRINCOS DE OURO
Uma Mãe, que era muito má (severa e rude) para os filhos,
deu de presente a sua filhinha um par de brincos de ouro.
Quando a menina ia à fonte buscar água e tomar banho, costumava tirar os
brincos e botá-los em cima de uma pedra.
Um dia ela foi à fonte, tomou banho, encheu o pote e voltou para casa,
esquecendo-se dos brincos.
Chegando em casa, deu por falta deles e com medo da mãe brigar com ela e
castigá-la correu à fonte para buscar os brincos.
Chegando lá, encontrou um velho muito feio que a agarrou, botou-a nas costas e
levou consigo.
O velho pegou a menina, meteu ela dentro de um surrão (um saco de couro), coseu
o surrão e disse à menina que ia sair com ela de porta em porta para ganhar a
vida e que, quando ele ordenasse, ela cantasse dentro do surrão senão ele
bateria com o bordão (cajado).
Em todo lugar que chegava, botava o surrão no chão e dizia:
Canta, canta meu surrão,
Senão te bato com este bordão.
E o surrão cantava:
Neste surrão me puseram,
Neste surrão hei de morrer,
Por causa de uns brincos de ouro
Que na fonte eu deixei.
Todo mundo ficava admirado e dava dinheiro ao velho.
Quando foi um dia, ele chegou à casa da mãe da menina que reconheceu logo a voz
da filha. Então convidaram Ele para
comer e beber e, como já era tarde, insistiram muito com ele para dormir.
De noite, já bêbado, ele ferrou num sono muito pesado.
As moças foram, abriram o surrão e tiraram a menina que já
estava muito fraca, quase para morrer. Em lugar da menina, encheram o surrão de
excrementos.
No dia seguinte, o velho acordou, pegou no surrão, botou às
costas e foi-se embora. Adiante em uma casa, perguntou se queriam ouvir um
surrão cantar. Botou o surrão no chão e disse:
Canta,canta meu surrão,
Senão te bato com este bordão.
Senão te bato com este bordão.
Nada. O surrão calado. Repetiu ainda. Nada.
Então o velho bateu com o cajado no surrão que se arrebentou todo e lhe mostrou a peça que as moças tinham pregado.
Então o velho bateu com o cajado no surrão que se arrebentou todo e lhe mostrou a peça que as moças tinham pregado.
( F I M )
Nota: Conto popular na Bahia e Maranhão. Trazido pelos escravos africanos. No original africano os personagens eram animais.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Meus amigos
Loucos e Santos
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
Nove motivos para tirar férias
Descansar faz bem à saúde e deve virar um hábito - se você
puder juntar as pessoas que ama para comemorar uma data importante, melhor
ainda!
Conteúdo do site ANAMARIA
Todo mundo precisa de um tempo para recarregar as baterias
Foto: Getty Images
Foto: Getty Images
Quem não tira férias pode render menos no trabalho, se
irritar com mais facilidade e se sentir insatisfeito com maior frequência.
Um período anual de folga é essencial para repor as energias e encarar a rotina
do trabalho e da família com mais força. Confira abaixo nove motivos para tirar
férias, com dicas da revista ANAMARIA.
Desligar da rotina
Por mais que você ame sua casa e seja uma funcionária superdedicada ao trabalho, todo mundo precisa de um tempo para cuidar de si. Faz bem até para as crianças!
Visitar lugares diferentes
O planeta Terra é muito grande para a gente passar a vida toda parada no mesmo lugar, não é mesmo?
Tirar o atraso da leitura
Quem não tem uma pilha de livros esperando para serem devorados pode criar a sua dando uma passada antes em uma biblioteca ou livraria.
Recarregar as baterias
Mudar de ares enche o corpo e a alma de energia para recomeçar um novo ciclo na vida. Você se sentirá novinha em folha depois das férias!
Conhecer pessoas interessantes
Uma viagem bem aproveitada pode render amigas fiéis e até um novo amor.
Comer sem pressa
Saborear cada alimento colocado no prato, incluindo a sobremesa, é um privilégio para poucos. Experimente e comprove!
Fugir do fogão
Ou, pelo menos, ganhar uma mãozinha com a louça suja.
Ser recebida com festa por quem ficou
Sentir-se querida faz bem para o ego e para o coração.
Não ter hora para acordar (nem para deitar!)
Existe coisa melhor do que dormir até o sono acabar?
Desligar da rotina
Por mais que você ame sua casa e seja uma funcionária superdedicada ao trabalho, todo mundo precisa de um tempo para cuidar de si. Faz bem até para as crianças!
Visitar lugares diferentes
O planeta Terra é muito grande para a gente passar a vida toda parada no mesmo lugar, não é mesmo?
Tirar o atraso da leitura
Quem não tem uma pilha de livros esperando para serem devorados pode criar a sua dando uma passada antes em uma biblioteca ou livraria.
Recarregar as baterias
Mudar de ares enche o corpo e a alma de energia para recomeçar um novo ciclo na vida. Você se sentirá novinha em folha depois das férias!
Conhecer pessoas interessantes
Uma viagem bem aproveitada pode render amigas fiéis e até um novo amor.
Comer sem pressa
Saborear cada alimento colocado no prato, incluindo a sobremesa, é um privilégio para poucos. Experimente e comprove!
Fugir do fogão
Ou, pelo menos, ganhar uma mãozinha com a louça suja.
Ser recebida com festa por quem ficou
Sentir-se querida faz bem para o ego e para o coração.
Não ter hora para acordar (nem para deitar!)
Existe coisa melhor do que dormir até o sono acabar?
sábado, 8 de dezembro de 2012
Férias
Férias
Férias tem cheiro de quintal,
Gosto de bolo de chocolate,
Tem a forma da boneca preferida,
Ou da pipa que sumiu no céu,
Tem o tempero da comidinha esquisita,
Ou o barulho da turminha ao léu...
Férias é tempo de aprender,
Que não se pode esquecer,
O muito que já se aprendeu,
A ordem é obedecer,
Para depois poder dizer que tudo,
Tudinho mesmo, valeu!
Correr, brincar e aprontar!
Também dormir, acordar!
Almoçar, lanchar, jantar!
Pro corpo bem forte estar!
Cantar, colorir, desenhar!
Ler, escrever, estudar!
De coisas interessantes falar,
Pra cuca esperta ficar.
Ana Néres
Read more: http://www.pragentemiuda.org/2011/06/poesias-de-ferias.html#ixzz2ETT8BVTP
Férias tem cheiro de quintal,
Gosto de bolo de chocolate,
Tem a forma da boneca preferida,
Ou da pipa que sumiu no céu,
Tem o tempero da comidinha esquisita,
Ou o barulho da turminha ao léu...
Férias é tempo de aprender,
Que não se pode esquecer,
O muito que já se aprendeu,
A ordem é obedecer,
Para depois poder dizer que tudo,
Tudinho mesmo, valeu!
Correr, brincar e aprontar!
Também dormir, acordar!
Almoçar, lanchar, jantar!
Pro corpo bem forte estar!
Cantar, colorir, desenhar!
Ler, escrever, estudar!
De coisas interessantes falar,
Pra cuca esperta ficar.
Ana Néres
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Marlise e Sílvia
Nos encontramos em 2013, mas ter algo interessante para postar é só nos enviar...
Beijos e Beijocas amigos...
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uma história - Palavra Cantada
http://youtu.be/UAAypg0aCCk








































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